SINOPSE
Descubra a Verdade Sobre a Censura e o Samizdat!
Você realmente sabe o que é “Censura”? E o que é “Samizdat”? Prepare-se para uma jornada reveladora!
Estamos lançando a primeira de uma série imperdível de textos sobre Censura, abordando desde o Brasil até o resto do mundo. Com uma mistura de análises profundas, listas intrigantes, contribuições de diversos sites e até textos criados com a ajuda de Inteligência Artificial, esta série vai desafiar suas percepções e expandir seu entendimento.
“A censura é um recurso muito usado em governos ditatoriais para conter a liberdade de expressão e limitar a circulação de ideias e informações pela sociedade.”
Samizdat: No auge da União Soviética, enquanto os governos comunistas censuravam a informação, corajosos indivíduos e grupos resistiam. Eles copiavam e distribuíam clandestinamente textos proibidos, mantendo viva a chama da liberdade de expressão.
Não perca esta oportunidade de mergulhar em uma leitura que é tão relevante quanto provocativa. Acompanhe-nos nesta exploração sobre como a censura moldou e continua a influenciar o mundo ao nosso redor.
TRECHO
Samizdat Moderno: A Ascensão da Censura e a Luta Pela Liberdade de Expressão
Especialmente nos últimos quatro ou cinco anos, a Censura, que parecia ser algo do passado no Brasil, e que no papel havia sido sepultada na chamada “Constituição Cidadã” de 1988, recrudesceu. E tem expandido seus tentáculos através, especialmente, do Poder Judiciário, cooptado por interesses dúbios de grupos poderosos mundialmente, a quem interessa única e exclusivamente a subjugação.
Várias são as armas usadas, e muitos são os jogos sujos e escondidos que são praticados, sem que se saiba exatamente por quem, embora alguns nomes de pessoas e empresas sejam ventilados a todo instante, com ecos nas principais redes sociais.
Com figuras que deveriam ser os guardiães da Constituição agindo como se ela não existisse, interpretando-a ao seu bel e exclusivo prazer, prendendo pessoas sem que o devido processo legal seja instaurado, subjugando e perseguindo todos aqueles que ousam desafiar seus desejos, e sob o silêncio criminoso do Legislativo, que é quem poderia frear esses instintos animalescos, chegamos ao ponto de sentir muito medo ao escrever ou dizer qualquer coisa em qualquer lugar. Isso causa a pior das Censuras, que é a auto-Censura, onde a pessoa passa a ter medo de que determinadas palavras, ditas ou escritas, possam ser Censuradas e o “pensador” penalizado, apenas por expressar uma opinião.
Claro que a Liberdade de Expressão, como qualquer outro tipo de Liberdade, nunca é isenta da sua irmã gêmea que é a Responsabilidade, e as pessoas, na maioria, têm consciência disso. Mas o problema é que encaixotaram tudo isso em dois conceitos totalmente arbitrários e sem sentido, que servem apenas como desculpa para a Censura: tudo é “Discurso de Ódio” (mas apenas quando se trata de coisas ditas por pessoas que discordam do establishment judicio-esquerdista-politicamente-correto) e tudo é “em nome da Democracia”.
Esta última é a maior aberração de todas, já que distorce todos os conceitos ditos “democráticos”, relativizando tudo sob essa justificativa, como se fossem eles os donos da Democracia, e não o tal “Povo”. Como gostam de dizer, “ressignificaram” o conceito de Democracia a partir de seus próprios interesses e, assim, usam “seu santo nome em vão”.
Diante disso, e do avanço da Censura não apenas Estatal, mas também por parte de redes sociais, que rezam pela mesma cartilha, comecei a pesquisar sobre a história da Censura e me deparei com uma palavra que ficou martelando na minha cabeça: “Samizdat”.
Samizdat foi uma prática nos tempos da União Soviética destinada a evitar ou burlar a Censura imposta pelos governos dos partidos comunistas nos países do Bloco Oriental, sob a tirania de ditadores como Joseph Stalin, quando indivíduos e grupos copiavam textos que não podiam ser publicados, geralmente em máquinas de escrever, e os distribuíam clandestinamente.
Para mim, nos tempos que correm, seria preciso reacender essa chama do Samizdat, mas usando as tecnologias contemporâneas, e assim me propus a pesquisar sobre o assunto, tentando traçar um painel do que é Censura, quando começou, quais os casos mais sensíveis, etc. Assim nasceu “Samizdat: Arquivos de Censura”.
Em muitos momentos utilizei-me da Inteligência Artificial do Chat GPT: para filtrar resultados de inúmeras fontes diferentes, fornecer listas resumidas, e até para revisão de textos (é muito complicado para qualquer autor revisar seus próprios textos, e não disponho de um revisor à mão). Finalmente, usei-a para criar artes baseadas nos textos que foram publicadas como ilustrações no BarataVerso. Os textos, entretanto, foram escritos exclusivamente por mim.
Também, em uma parte das publicações, lancei mão de textos publicados em outros sites, sempre com os devidos créditos e referências. Tudo isso para ilustrar e, mais do que isso, ampliar o conceito de “Arquivos de Censura”. Por fim, busquei na Internet frases e citações de todos os tempos sobre a Censura, inclusive aquelas que a defendem.
Espero que, no mínimo, estes textos possam servir como informação sobre o que de fato representa a Censura, especialmente a Estatal: um crime contra a Humanidade. E quem sabe, sirvam de inspiração para o Novo Samizdat.
Barata Cichetto, Agosto de 2024
AVALIAÇÃO
Leia a resenha de Genecy Souza.
Samizdat: Arquivos de Censura
Barata Cichetto
Editora BarataVerso
Crônicas
244Páginas
16 X 23 X 1,3

































