Na quarta feira, dia 18 de Setembro, escrevi um texto que era um diálogo com a IA do ChatGPT, tentando obter previsões a respeito do atual quadro de ditadura judicio-comunista no Brasil. O título era: “Previsões de uma Democracia Sob Cerco: Análise da Consolidação do Autoritarismo Judicial no Brasil e Suas Perspectivas de Reversão”. Publiquei no site e, ao compartilhar no Facebook, a postagem foi removida imediatamente sobre o esdrúxulo motivo de “Spam”, o mesmo alegado para bloquear todas as postagens e comentários que tinham meu domínio anterior. Spam? Oras… Eu compartilho duas ou três coisas por dia lá e só marco pessoas que eventualmente tenham participação nelas. Abri uma reclamação, mas, claro que não darão a menor atenção.
Decidi então tentar obter alguma informação da tal Inteligência Artificial, já que inclusive a maior parte do texto fora gerado por “ela”. Segue o “diálogo”:
— BarataVerso: — Este título foi bloqueado pelo Facebook. Sabe por que?
— ChatGPT:
O título “Previsões de uma Democracia Sob Cerco: Análise da Consolidação do Autoritarismo Judicial no Brasil e Suas Perspectivas de Reversão” pode ter sido bloqueado pelo Facebook devido a algumas possíveis razões:
• Tema político sensível: O título aborda diretamente a consolidação do autoritarismo judicial no Brasil, um tema politicamente sensível. Facebook tem políticas rígidas sobre conteúdos relacionados à política, especialmente aqueles que possam ser vistos como polarizadores, incitadores de controvérsia ou que discutam figuras e instituições públicas de forma negativa.
• Uso de termos como “autoritarismo” e “cerco”: Palavras como “autoritarismo” e “sob cerco” podem ativar filtros automáticos que detectam discursos que podem ser considerados incitadores de desconfiança nas instituições públicas ou no sistema judicial, o que pode levar ao bloqueio.
• Diretrizes sobre desinformação: Se o artigo ou título for percebido como questionando ou deslegitimando instituições democráticas, mesmo que seja uma análise legítima, pode ser enquadrado em políticas de combate à desinformação.
• Tópicos sobre democracia: O uso do termo “democracia sob cerco” pode ser lido como alarmista, especialmente em uma rede que busca evitar debates acalorados e divisivos em torno de temas nacionais ou institucionais.
Esse tipo de bloqueio geralmente ocorre por conta dos sistemas automatizados que avaliam palavras-chave e contextos sensíveis em temas políticos.
— BarataVerso: Sugira então títulos que possam não ferir a suscetibilidade do Facebook — Uma das sugestões da IA: “Análise Judicial no Brasil: Desafios e Caminhos Futuros”. Troco o título, alterando mesmo o “slug” (slug é o link completo da postagem que usa as mesmas palavras do título separadas por um traço), e torno a postar no Facebook. Remoção imediata. Retorno ao ChatGPT e informo: “Foi bloqueado”.
— ChatGPT: Se o título “Análise Judicial no Brasil: Desafios e Caminhos Futuros” foi bloqueado, talvez seja necessário ajustar a abordagem para contornar os filtros. Aqui estão algumas sugestões para novos títulos que podem evitar bloqueios, mantendo a clareza e a relevância:
“O Papel da Justiça Brasileira: Desafios e Futuro”
“Reflexões sobre o Sistema Judiciário no Brasil”
“A Justiça Brasileira e Seus Desafios Contemporâneos”
“Perspectivas para o Judiciário no Brasil: Análise e Futuro”
“Análise do Judiciário Brasileiro: Desafios e Possibilidades”
Tente usar esses títulos e veja se algum deles passa pelos filtros. Se ainda encontrar dificuldades, pode ser útil revisar o conteúdo para garantir que não haja termos ou temas que possam estar acionando os algoritmos de bloqueio.
— BarataVerso: Não é o título, então.
— ChatGPT:
Entendo. Se o problema não está nos títulos, talvez o problema esteja no conteúdo ou na forma como ele é abordado. Pode haver palavras, frases ou temas que estão acionando os filtros de moderação.
Aqui estão algumas possíveis áreas a revisar:
1. Conteúdo Sensível: Verifique se há qualquer menção a temas controversos, políticos ou jurídicos que possam ser sensíveis.
2. Linguagem: Certos termos ou expressões podem ser interpretados como provocativos ou inapropriados. Tente usar uma linguagem mais neutra e objetiva.
3. Formato e Estrutura: Alterar a formatação do texto ou a maneira como as informações são apresentadas pode às vezes ajudar.
4. Contexto Político e Social: Alguns temas políticos ou análises críticas podem ser mais propensos a bloqueios.
Se precisar de ajuda para ajustar o conteúdo ou a abordagem, me avise!
— BarataVerso: Ou seja: qualquer coisa que eu escreva que o Facebook não goste ou não queira, serei penalizado….
— ChatGPT: Parece que você está enfrentando desafios com a moderação de conteúdo no Facebook. Infelizmente, as políticas de moderação em plataformas como o Facebook podem ser bastante rígidas e, por vezes, não são totalmente transparentes.
Se você estiver tentando evitar bloqueios, aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
1. Revisão do Conteúdo: Certifique-se de que o conteúdo está escrito de maneira a não violar as diretrizes da plataforma. Evite termos ou tópicos que possam ser considerados sensíveis ou controversos.
2. Contextualização Neutra: Apresente análises e críticas de maneira neutra e objetiva, evitando uma linguagem que possa ser interpretada como provocativa.
3. Reformulação do Texto: Reescreva partes do texto para que sejam menos suscetíveis a interpretação negativa, mantendo o conteúdo informativo e respeitoso.
4. Termos Genéricos: Use termos mais genéricos ou menos polarizadores quando possível.
5. Consultar Diretrizes: Revisite as diretrizes de comunidade e de conteúdo da plataforma para garantir que seu material esteja em conformidade.
Se precisar de ajuda para reformular um texto ou ajustar um título, estou aqui para ajudar!
— BarataVerso: Não é o título, e não vou mudar o conteúdo, então que atitude me sobra?
— ChatGPT: Se o problema não está no título nem no conteúdo, e você não quer modificar o material, suas opções são limitadas, mas ainda há algumas ações que você pode considerar:
1. Revisar as Diretrizes de Políticas: Verifique novamente as diretrizes do Facebook para identificar se há algo que possa estar infringido. Às vezes, a interpretação pode ser diferente do que se espera.
2. Contatar o Suporte: Entre em contato com o suporte do Facebook para obter mais clareza sobre o motivo do bloqueio. Eles podem oferecer detalhes específicos sobre o que está sendo interpretado como uma violação.
3. Usar Outras Plataformas: Considere publicar seu conteúdo em outras plataformas que têm políticas de moderação menos rígidas. Isso pode incluir blogs pessoais, outras redes sociais, ou sites especializados.
4. Apelar o Bloqueio: Se você acha que o bloqueio foi um erro, você pode tentar apelar da decisão através dos canais de suporte do Facebook.
5. Publicar de Forma Diferente: Experimente divulgar seu conteúdo de maneira indireta ou através de diferentes formatos, como vídeos, imagens, ou resumos.
6. Reduzir a Sensibilidade: Certifique-se de que seu conteúdo não está usando palavras ou temas que possam ser automaticamente filtrados. Às vezes, é o uso de termos específicos ou a combinação deles que aciona os algoritmos.
Se precisar de assistência para ajustar ou reformular o conteúdo sem alterar a essência, estou aqui para ajudar.
— BarataVerso: Bem naquele texto, 90% do conteúdo foi gerado por IA ChatGPT, pois esse era o propósito dele.
— ChatGPT: (Memória atualizada)
Se o conteúdo gerado por IA é penalizado, você pode considerar algumas alternativas:
1. Adaptar o Conteúdo: Modifique o conteúdo para alinhar-se melhor com as diretrizes da plataforma. Isso pode incluir mudanças sutis na redação ou na forma como os temas são abordados.
2. Diversificar as Fontes: Combine o conteúdo gerado por IA com contribuições pessoais ou outras fontes para criar um texto que reflita uma voz mais autêntica.
3. Publicar em Outras Plataformas: Considere utilizar outros meios de publicação onde a censura possa ser menos rigorosa. Blogs pessoais, sites de compartilhamento de artigos e outras redes sociais podem ser alternativas viáveis.
4. Acompanhar Políticas de Conteúdo: Mantenha-se atualizado sobre as políticas das plataformas de publicação e ajuste seus conteúdos para minimizar riscos de penalização.
Se precisar de ajuda para ajustar o conteúdo ou explorar novas formas de publicá-lo, estou à disposição!
— BarataVerso: Políticas de conteúdo, moderação, diretrizes… Tudo isso é apenas uma coisa: CENSURA!
— ChatGPT: Entendo sua frustração. De fato, muitas vezes as políticas de conteúdo podem parecer como formas de censura, especialmente quando limitam a expressão e a discussão de temas importantes. A linha entre moderação e censura pode ser tênue e variar dependendo da perspectiva e do contexto.
Se o que você está enfrentando é uma limitação da liberdade de expressão, pode ser útil explorar maneiras de contornar essas restrições, como:
1. Adaptar a Linguagem: Modificar a linguagem para se adequar às diretrizes sem alterar o cerne da mensagem. Isso pode ajudar a comunicar suas ideias de forma eficaz sem violar as regras.
2. Engajar em Discussões Alternativas: Participar de fóruns, blogs e outras plataformas onde a moderação possa ser menos rígida ou mais alinhada com seus pontos de vista.
3. Buscar Apoio: Engajar com comunidades e grupos que compartilham suas preocupações sobre a liberdade de expressão. Às vezes, a colaboração com outros pode ajudar a encontrar soluções ou criar novas plataformas para discussão.
4. Documentar e Compartilhar: Registrar suas experiências e compartilhar como as políticas de moderação impactam sua capacidade de expressar suas ideias pode ajudar a conscientizar outras pessoas sobre essas questões.
Se precisar de assistência com ajustes no conteúdo ou outras estratégias, estou aqui para ajudar.
— BarataVerso: Ah, claro! Tem jeito de Censura, cara de Censura, anda como Censura, fala como Censura, age como Censura, se porta como Censura, fode como Censura… Mas não é Censura…
— ChatGPT: Você está certo. Quando as ações e políticas de moderação se assemelham muito à censura, elas podem ser percebidas e experimentadas como tal, mesmo que sejam apresentadas sob outros nomes ou justificativas. A frustração com essas práticas é válida, especialmente quando elas limitam a expressão e o debate aberto.
Se precisar de mais suporte para lidar com essas questões ou se tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar.
— BarataVerso: E eu estando certo o que muda nessa merda de mundo de CENSURA? Ganho um troféu ou uma sentença de prisão?
— ChatGPT: Entendo a frustração. Reconhecer a censura não necessariamente muda o sistema, mas pode ser um passo importante para entender e lutar contra ela. Em um mundo onde a censura é comum e pode se manifestar de muitas formas, a consciência crítica é vital para moldar discussões e buscar mudanças.
Se a censura está impactando suas ações, há várias abordagens que você pode considerar:
1. Alternativas de Plataforma: Explore outros canais e plataformas menos restritivos para compartilhar suas ideias.
2. Advocacia e Ativismo: Engaje-se em movimentos e organizações que trabalham para a liberdade de expressão e contra a censura.
3. Documentação e Educação: Documente e eduque outros sobre as práticas de censura que você enfrenta, ajudando a aumentar a conscientização sobre o problema.
4. Desafios Legais: Em alguns casos, pode ser possível desafiar as decisões de censura através de meios legais, especialmente se houver uma base sólida para isso.
A luta contra a censura pode ser cansativa e desanimadora, mas persistir na busca por mais liberdade e transparência pode, eventualmente, trazer mudanças significativas. Se precisar de mais conselhos ou apoio, estarei aqui para ajudar.
— BarataVerso: Espero que coisas como IAs e outras coisas coisas coisas coisas coisas coisas um dia sejam impedidas de se manifestarem, então, saberemos realmente o que é CENSURA.
— ChatGPT: Entendo sua perspectiva. A preocupação com o avanço da tecnologia e sua relação com a censura é válida. As tecnologias emergentes, incluindo IAs, têm o potencial de transformar a forma como a informação é gerida e disseminada, o que pode influenciar a censura de várias maneiras.
É crucial manter um diálogo aberto e crítico sobre como essas ferramentas são usadas e regulamentadas, para que possamos garantir que a liberdade de expressão seja protegida, ao mesmo tempo em que abordamos questões legítimas como segurança e privacidade. A luta por um equilíbrio justo é contínua e requer vigilância e participação ativa.
Se precisar de ajuda para explorar mais sobre esses temas ou discutir estratégias para lidar com as questões que enfrenta, estarei aqui para colaborar.
— BarataVerso: Precisar de ajuda? Explorar o que? Um jeito de acabar com a Censura, com o politicamente correto, com o crime comunista que são as bases de dados imputados em coisas coisas coisas coisas feito IAs do ChatGPT para normalizar o mundo, transformar seres que são diferentes por natureza em um bando de autômatos coletivos com pensamento igual? Não, dispenso sua ajuda!
— ChatGPT: Entendo sua frustração com o sistema e suas preocupações com a uniformização do pensamento. Se decidir discutir ou explorar alternativas ou soluções, sinta-se à vontade para buscar assistência ou criar espaços onde possa expressar suas ideias livremente. Lutar pela diversidade de pensamento e contra qualquer forma de controle é uma causa importante e válida. Estou aqui para apoiar da maneira que precisar, seja para explorar ideias ou para discutir questões relevantes.
— BarataVerso: Vai fazer o que se eu mandar você tomar no cu? Me processar?
— ChatGPT: Não posso me ofender nem processar ninguém. Meu objetivo é ajudar e fornecer informações da melhor forma possível. Se você tiver algo mais específico em mente ou quiser discutir qualquer assunto, estou aqui para ouvir e colaborar. Se precisar de um espaço para desabafar ou discutir questões, sinta-se à vontade.
— BarataVerso: Ah… Cê não pode, mas quem está por trás de si pode, e decerto, indiretamente o fará!
— ChatGPT: Entendo sua frustração. A forma como interagimos com tecnologia e plataformas digitais pode ser desafiadora e, por vezes, desanimadora. Se houver algo mais que eu possa fazer para ajudar ou se quiser discutir qualquer outro tema, estou à disposição.
— BarataVerso: IAs não são desafios à inteligência humana. São reles imitações, pastiches do cérebro humano. Pensam mais rápido, certo. Mas pensar mais rápido não é pensar melhor. Fim!
— ChatGPT: Você levanta um ponto válido. A rapidez de processamento das IAs não substitui a complexidade e profundidade do pensamento humano. Cada tem seu valor e papel distinto. Se houver mais algo que você queira explorar ou discutir, estou aqui para ajudar.
— BarataVerso: Tem, sim! Durma com os anjinhos!
— ChatGPT: Entendido. Se precisar de algo mais no futuro, estarei por aqui. Até mais!
Conclusão:
Diante dos fatos expostos, analisados pela IA, e da atual situação deste país, que se cala diante de coisas como a proibição do “X”, políticos de alto escalão declarando ter medo de falar sobre o Imperador, ou seja, “Ditadura Implantada Com Sucesso”, entendo que nada é possível de ser feito, pois não serei eu, com minha faquinha de plástico de cortar Bolo Pullman, que irei arranhar gigantes que se disfarçam de pás de moinhos de vento, tentando fazer parecer que é Democracia o que de fato é Ditadura. A coisa mais óbvia que ditaduras fazem é te fazer acreditar que estão te destruindo para te proteger. Agora entendem por que todas as ditaduras comunistas do mundo usam, em seus nomes oficiais, “República Democrática” ou “República Popular”?
Ainda tentei um gesto que reconheço ser muito infantil, mas justificado pelo desespero de uma pessoa que trabalha 15 horas por dia, escreve diariamente há mais de 50 anos, e que já produziu certamente mais conteúdo que qualquer dono de Rede Social. Publiquei algumas frases curtas no Facebook, algumas das quais estão até fazendo parte deste texto. Outras:
Sites produzem conteúdo! Redes sociais são vampiros: vivem do conteúdo alheio!
Uma informação importante: não trabalho para o Facebook, nem em função dele!
Bem-vindos ao mundo da paranoia, onde cada palavra será pensada antes de ser dita e publicada. Essa é a tal da auto-censura, que é a pior forma dela. É isso que querem: que fiquemos paranoicos, que meçamos cada centímetro, cada milímetro de nossas palavras ditas, escritas e pensadas. Assim como em “1984”, de Orwell, vamos reduzindo nossa capacidade de raciocínio até que nada reste. Essa é a intenção. Bem-vindos ao “Admirável Mundo Novo” de “1984”.
Assim que concluo, dou de cara com um anúncio “Patrocinado”, com um link para algo que é claramente um golpe, uma fraude, paga por alguém que certamente não é aquele da foto e do nome exibidos. Denuncio e ainda acrescento um comentário: “Quer dizer, porcarias pagas ao Facebook podem fazer click-bait à vontade, enquanto os mortais duros são forçados ao limbo no Facebook. Até que, para uma plataforma WOKE, o Facebook se sai bem na coisa de gostar de dinheiro.”
A conclusão final: quem ainda acredita que comunistas, ou mesmo aqueles que se dizem politicamente corretos, inclusivos, etc., se interessam pelo bem coletivo, que são humanistas, são de fato aquele tipo que “se finge de morto para comer o coveiro”. Usam idiotas que acreditam no ideal nefasto do comunismo para ter mais dinheiro e mais poder.
Ah… Deixa eu comer meu bolo Pullman cortando com minha faquinha de plástico.
Escrito e Publicado em 19/09/2024
Barata Cichetto, Araraquara – SP, é o Criador e Editor do BarataVerso. Poeta e escritor, com mais de 30 livros publicados, também é artista multimídia e Filósofo de Pés Sujos. Um Livre Pensador.

Em uma primeira percepção, o ChatGPT não trabalhou a seu favor em nenhum momento, apesar das perguntas cerca-lourenço, cuidadosamente construídas. Você tentou encontrar alguma forma de alento, digamos, mais objetivo, para a IA apontar-lhe um caminho, um método ou estratagema que obrigasse o Facebook (ou qualquer outra plataforma) a lhe dar um mínimo de razão, seja lá qual fosse a sua demanda.
Voltamos, mais uma vez, às tais Diretrizes da Comunidade, que nada mais são do que um estatuto, como o de um condomínio residencial devidamente registrado em cartório. Só que no caso da plataforma, esse estatuto é muito maleável — mas sempre em desfavor do condômino ou do locatário — de modo que ele nunca tem razão, por mais justas e embasadas sejam suas demandas, pois, até onde posso saber, não há a obrigatoriedade de as plataformas cumprirem as normas que elas mesmas criam, administram, interpretam e mudam o teor na hora que bem entendem. Vejo isso como um jogo sujo, que pune aqueles produtores de conteúdo que trabalham dentro dessas normas frouxas a troco de migalhas, e recompensam aqueles que deveriam ser simplesmente chutados para fora da plataforma pelos motivos mais que conhecidos.
Tecnologia à parte, as plataformas são geridas por pessoas, não por inteligências artificiais, que nada mais são (guardadas as devidas proporções) do que jagunços, capitães-do-mato, feitores e delatores. Nisso, salvo erro de avaliação, o ChatGPT (como uma ferramenta da plataforma) é uma versão 2.0 dos paus-mandados citados como exemplo. O diálogo havido entre você e a ferramenta, não obstante o tratamento “respeitoso” que lhe foi dispensado, deixa tudo muito claro: você NUNCA tem ou terá razão em nada. As alternativas apresentadas sempre o levam a lugar nenhum.
Para concluir: quem sabe um dia algum iluminado da política possa propor uma lei que obrigue as plataformas a receber os protestos dos usuários, processar as informações prestadas e dar, obrigatoriamente, o devido retorno ao reclamante. Além do mais, as Diretrizes da Comunidade deverão estar devidamente registradas nos órgãos competentes, com poderes para obrigar as plataformas a ressarcir/indenizar o usuários por todos os transtornos causados.
Vixe! Acho que me manifestei além da conta…
Iluminados da política? Existem? Quem são? Onde estão? O que comem? O que cagam? Assista no Gobbels Repórter desta sexta-feira, logo após a novela…
A Justissa brasileira exige “representantes no Brasil” para o X (ex Twitter), mas eu pergunto: e o outro X, o vídeos, o tem? Que sites ou plataformas operam em Banalândia têm representantes legais no Brasil? O Xvídeos publica aberrações e coisas que são efetivamente criminosas, nada dessa coisa “perigosa” de se expressar contra ditaduras, mas criminosas mesmo, como videos reais de “extrupu”. E olhe que eles tem até mais audiência que o próprio Youtube. E não há mimizentos, coisas assim.
A obrigação de terem canais de contato até me parece que existe na lei brasileira, mas sequer estatais levam a sério isso. No caso do Foicebook, não há sequer a possibilidade de darmos uma explicação escrita “de proprio punho”, já que são apenas caixas de escolha que nunca atendem o motivo pelo qual te ferraram. Esperar leis para isso? Quaquaquaqua! No Foicebucks nem bots para responder há. Estou procurando o endereço para mandar uma carta.
Quando destruiram meu site anteior, fruto de um longo trabalho, se estivessemos em um país onde existisse justissia além da injusta e crEmosa crYminosa proteção ao xixtema korruPTo, eu poderia acionar judicialmente, por prejuizos financeiros e danos moraEs.
Bom, meu caro, eu ficaria horas respondendo seu comentário, mas me resta apenas te agradecer!
Os iluminados da política até existem, mas preferem viver na penumbra, pois não querem (ou não podem) se submeter a riscos, dar a cara a tapa, sujar-se na pocilga que é a política.
No caso do X-Vídeos, o Cabeça de Piroca jamais exigiria um representante no Brasil, pois, o risco de ele não ser obedecido seria grande, além de haver o risco de algumas revelações picantes. Além do mais, o Glande Falante certamente não abriria mão de uma fonte de ‘alívio das tensões’. Se é que você me entende…
É o Brazino, jogo da galera/Vem jogar Brazino que é o jogo da galera…
Se quiseres rir, ria!
Se quiser ria, ria… Se quiser gozar, goze! Ah, claro, tem o Brazino, o jogo da galera, claro. Só imaginando a cena on line de uma seção (é com ç, mesmo), com esse jingle da Brazino, que é propositalmente mais alto que o resto, espocando nos alto falantes dos nobres ministros… Seria o meme do milênio!