Todo mundo quer alguma coisa desde caminhar livremente e aproveitar a cena, esquecer o olhar alheio e se preocupar com os compromissos, acho que até em Honkong também é assim, muita gente movimento constante, filas de banco, caixa de supermercado, enfim qualquer tipo de espera, ficar ali ansioso pelo atendimento aperriado com a espera, outro dia ouvi um comentário que não sei bem se era um comentário ou um esculacho, a interpretação e imensamente variável à psiques múltiplas, infinitas porções de mundos que giram em torno da personalidade individual ou de outra maneira que queira.
Deixando de lados memes privados parto para “verboses ouputs” aleatórias como o caos que circula em mim, natureza desenvolvida por acertos e erros que orientaram a minha lida, novamente envolvido em lembranças impregnadas de fixações absurdos e vexaminosas crueldade, mas vou passando como os automóveis apressados em busca de destinos e engarrafamentos, como as calçadas do centro de Madureira um kaos de gente se comprimindo em busca de espaço para avançar em seus objetivos e realizar ao que se propuseram, deixando para depois a conversa alheia.
Renato Pittas, Rio de Janeiro, RJ, é artista plástico, poeta, escritor e Livre Pensador. Autor de Tagarelices: Conversas Fiadas Com as IAs.
