Não nasci pra ser seu mito, nem seu herói de vitrine,
E não preciso de diploma, minha dor é que me define.
Carrego os pés no barro, mas a mente em combustão,
Minha alma é barricada, e minha arte é a explosão.
Cristo não quis sua igreja, Marx não quis seu rebanho,
E eu sigo nessa trilha, com os versos do meu tamanho.
Sem eira nem beira, sem altar e nem patrão,
Mas com o verbo na veia e um punhal na canção.
Sou doutor sem doenças, graduado em cicatriz,
Curo dor sem anestesia, sem prometer ser feliz.
Não canto pra quem dorme, nem lambo santo e bandeira,
A liberdade é minha guerra, o poema minha trincheira.
Quebrem minhas pernas, queimem aos meus papéis,
Não se apaga um pensamento com censores cruéis.
Sou filósofo da esquina, de suor e da solidão,
Mas a minha sujidade brilha mais que seu salão.
(Refrão)
Filósofo de pés sujos! Sem rótulo, sem patrão!
Escrevo com sangue e cuspo no seu sermão!
Filósofo de pés sujos! Nem esquerda nem direita!
Minha fé é o grito, e minha cruz é a caneta!
17/04/2025
Prompt Para I.A.:
Male Vocal, Gutural Vocal, Metal, Nu Metal, Hard Rock, Rock, Symphonic Power Metal
[intro]
[Verse 1]
Não nasci pra ser seu mito, nem seu herói de vitrine,
E não preciso de diploma, minha dor é que me define.
Carrego os pés no barro, mas a mente em combustão,
Minha alma é barricada, e minha arte é a explosão.
(…)
[Chorus]
[shouted]
[torn]
[repeated]
Filósofo de pés sujos! Sem rótulo, sem patrão!
Escrevo com sangue e cuspo no seu sermão!
Filósofo de pés sujos! Nem esquerda nem direita!
Minha fé é o grito, e minha cruz é a caneta!
[outro]
[fade out]


