Com os bolsos cheios de petrodólares, os extremistas islâmicos puderam financiar fartamente o Hamas e o Hezbollah para efetivarem sua guerra santa pela extinção dos judeus e de Israel. Evidentemente que o partido Democrata correu para abrir linhas de crédito generosas para que os israelenses comprassem armas da indústria bélica americana, a qual financia o partido Democrata desde sempre.
Todos devem estar acompanhando os mais recentes fatos que envolvem a eleições fraudulentas da Venezuela e os áudios vazados do paladino careca do comuno-socialismo bananeiro. Pois muito bem, será que há ligação entre uma coisa e outra? Será coincidência? Ou ainda: existem coincidências na geopolítica?
Hipócrates, sábio grego considerado como pai da medicina, dizia que todos os componentes do universo estavam ligados por “afinidades ocultas”. Já Schopenhauer considerava a coincidência como sendo um par de fatos unidos por cadeias totalmente diferentes, mas com lugar bem definido em ambas.
Fico com a consideração de Schopenhauer para o que vou, arrogantemente, analisar neste artigo.
Comecemos pelo cenário mundial, que é de guerra. Alguns analistas políticos americanos que acompanho pela internet são taxativos em dizer que a invasão da Ucrânia e os conflitos entre Israel e os grupos terroristas islâmicos já são o início de um novo conflito de proporções mundiais.
Esse cenário, para aqueles que ainda não sabem, foi forjado pelo partido Democrata americano – não exatamente por Biden, que está com avançado grau de demência e sequer tem a noção exata de onde está. Quem governa no lugar de Biden é a elite do partido: Nancy Pelosi, Barack Obama, Bernie Sanders e a atual vice de Biden, Kamala Harris – tida e havida como a figura política mais radical da esquerda americana.
Essas pessoas em questão retiraram as sanções impostas à exportação de petróleo do Irã impostas por Trump (que restringiu o país a uma exportação de 300 mil barris de petróleo por dia) permitindo que os aiatolás passassem a exportar 2 milhões de barris por dia.
Com os bolsos cheios de petrodólares, os extremistas islâmicos puderam financiar fartamente o Hamas e o Hezbollah para efetivarem sua guerra santa pela extinção dos judeus e de Israel. Evidentemente que o partido Democrata correu para abrir linhas de crédito generosas para que os israelenses comprassem armas da indústria bélica americana, a qual financia o partido Democrata desde sempre.
Coisa similar ocorreu na Ucrânia. A OTAN, por pressão americana, acenou com a inclusão do país na aliança e com a consequente colocação de mísseis na fronteira com a Rússia. Putin não gostou nem um pouco e invadiu o território dos ucranianos que prontamente receberam polpudas linhas de crédito dos Democratas para a compra de armas americanas.
Se Trump e seu partido Republicano financiado por banqueiros, investidores e especuladores imobiliários tivessem vencido as últimas eleições, o mundo não estaria em guerra nesse momento.
A questão é que reverter essa situação de conflagração talvez esteja além das capacidades de Trump, isto é, se ele vencer a eleição americana deste ano cujo empate técnico com Kamala é mostrado pelas pesquisas.
Trump promete instaurar um neo-macartismo jamais visto antes. Kamala vai ter que dar retorno aos milhões de dólares investidos pela indústria armamentista em sua campanha. Seja como for, o cenário aponta para uma escalada gradual dos conflitos e até mesmo para uma terceira guerra mundial.
Mas afinal, o que isso tem a ver com a eleição fraudulenta de Maduro e a exposição dos áudios onde o careca de toga vermelha fabrica provas contra opositores do regime comuno-socialista bananeiro?
Vamos lá: Todas as grandes potências mantém as chamadas “zonas de retaguarda”. Trata-se de países teoricamente neutros que, em caso de uma guerra mundial, possam suprir pelo menos dois insumos indispensáveis: comida e petróleo.
No caso dos americanos, há duas zonas de retaguarda importantes aqui na América do Sul: Brasil pela capacidade de produzir alimentos e Venezuela pela capacidade de produzir petróleo.
Não há nenhum problema para os americanos que, em tempos de relativa paz, essas zonas de retaguarda sejam governadas por imbecilóides comunistas que acham que vão transformar seus países com um sistema comprovadamente falido desde que o controle dessas zonas de retaguarda possa ser retomado para garantir que os EUA não passem fome nem fiquem sem gasolina no meio de uma guerra mundial.
Sintomaticamente, as eleições presidenciais venezuelanas deste ano foram exigidas (nas sombras) pelos americanos, mais precisamente pelo partido Democrata, na esperança vã de que tudo corresse de forma transparente e de que Maduro se resignasse com uma derrota democrática.
Maduro, um narco-ditador comunista que tem a cabeça a prêmio na lista de procurados pela Interpol, fraudou a eleição e se nega a deixar o poder.
Os yankees prontamente acenaram com um acordo: Se Maduro sair do poder e se exilar por aí, as acusações e os pedidos de prisão serão imediatamente retirados. A retomada da Venezuela como zona de retaguarda parece, sintomaticamente, urgente para os americanos.
Enquanto isso ocorria, Geraldo Alckmin – o terceiro na cadeia de comando do Brasil logo atrás de Janja, a marmita de cadeia – se prestava ao papel de ser fotografado no Irã ao lado da nata do terrorismo mundial apenas para babar os ovos do novo ditador do país.
No Brasil, nosso presidente frequentador de cadeias se apressou em reconhecer seu aliado ideológico, Maduro, como legítimo presidente da Venezuela. Terminou aconselhado por seu assessor-chefe a sugerir novas eleições, dando algum fôlego para que Maduro consiga imunidade internacional e asilo político em algum paraíso fiscal.
Enquanto esse imbróglio todo se desenrola no âmbito diplomático, aqui em terras bananeiras a imprensa e alguns analistas políticos de vulto começam lentamente a abandonar o barco de Lula, cuja eleição também suspeita propiciou a instauração de um governo de ineptos, imbecis e corruptos sem qualquer sombra de plano para o país que vá além da cobrança desenfreada de impostos e da criação de narrativas falaciosas.
Nessa semana, Glenn Greenwald, americano medalha de ouro como hackeador de mensagens de whatsapp, enviou para a Folha de São Paulo uma coleção com 6 Gigabytes de áudios em que o carequinha favorito da escumalha esquerdista usava o TSE para fabricar provas contra os opositores do regime comuno-lulista.
Sabe-se claramente que o sistema podre que governa o Brasil tem preferência por atuar nas sombras. O cabeça de ovo vem brilhando demais sob os holofotes e chamando a atenção para o que deveria ser tratado com discrição e silêncio. Ainda que possa estar sendo sacrificado pelo próprio sistema de que faz parte em prol de ações mais discretas, minar o togado vermelho pode ser apenas o início de uma operação de retomada da segunda zona de retaguarda dos americanos, o Brasil.
Isso seria o sinal inequívoco de que os americanos realmente vão fazer a chapa esquentar pra valer a nível mundial no próximo ano.
Pode parecer absurdo, mas a probabilidade de uma nova guerra mundial pode ser o fator que salvará a América do Sul de ser governada eternamente por caudilhos ignorantes da esquerda comuno-socialista-narco-criminosa.
Quem viver, se é que alguém vai viver, verá.
14/08/2024
Áureo Alessandri é engenheiro, escritor e músico da banda La Societá, autor do livro “Conspiração Andron“. Um Livre Pensador.
