Tudo do outro lado da porta, espera a hora exata dos aparecimentos
Nada foge ao sinal do vento
O que está marcado, sempre te encontra.
O desígnio, o signo, o dito no horóscopo.
Já passa da tarde, quando anoitece.
No som mediúnico de um aquário,
Os peixes nadam para todos os lados
Conhecem a sombra das águas.
O editorial de hoje, conta sobre as mazelas de ontem, de antes de ontem,
de outros tempos iguais
Tudo sempre do mesmo, só que com roupa diferente, ou mesmo, nu.
O cru, por vezes é indigno e indigesto.
Não apetece ao olho pobre da nobreza.
O que importa se o infortúnio foi determinado há mais de mil anos atrás?
Dizem as línguas, que Big Bang ocorreu por volta da 13,8 bilhões de anos.
E a nossa insignificância mostrada em uma vida.
A palavra i n s i g n i f i c â n c i a é grande demais para o alfabeto.
Incompatível ao que se presta.
Resta-nos, procurar estrelas, em céus cobertos.
10.Set.20