Desde o início dessa fraudemia tenho batido no ponto de que essa ideia de isolamento social com a desculpa de combater uma pandemia falsa – não porque não exista, mas por ter sido subestimada em periculosidade e por estar sendo usada com finalidade, essas sim muito perigosas -, causa mais danos às pessoas, especialmente crianças e idosos, do que o próprio vírus chinês.
O ser humano requer liberdade, e não estou falando de liberdade política ou de expressão, mas a mais fundamental que é ir e vir. Tenho batido nisso, de que isolar idosos seja em asilos ou dentro de casa é o mesmo que sentenciá-los à pena de morte. A única coisa que resta à maioria deles é a companhia, o afeto, e sem isso eles sucumbem. E não é por qualquer doença, já que a falta dessas coisas lhes causam baixa imunidade e, por conseguinte o surgimento de outros sérios problemas.
A insistência, particularmente de governos estaduais e municipais em manter essa inútil e perigosa atitude, motivada por ganância financeira, já que assim podem gastar o que querem e superfaturar sem licitação, e política, já que se colocando contra a ao pensamento do Presidente esperar cacifar politicamente e atingir à parcela da população, alinhada ao pensamento esquerdista, torce por muitas mortes, apenas para demonstrar estarem certos.
Uma matéria, escrita pelo J.R. Guzzo e publicada na Gazeta do Povo, constata isso também: “É óbvio, pelo senso comum mais elementar, que limitar ao extremo a liberdade física dos seres humanos provoca consequências graves na sua estrutura; homens e mulheres, muito simplesmente, não foram feitos para ficar presos, seja em casa, seja na penitenciária, seja em qualquer outro lugar. É contra a natureza viver em isolamento. Da mesma forma, não é possível impedir as pessoas de irem ao bar, à papelaria ou ao barbeiro – e mais um milhão de coisas, da academia de ginástica ao parque público – e esperar que fique tudo bem. Não fica, porque não pode ficar.”
Parece tão óbvio isso, que ficamos pensando como esses governantes não percebem isso. “Porra”, a gente pensa ingenuamente. “Esses caras não tem médicos, cientistas, psiquiatras a lhes assessorar? Não sabem que estão piorando em muito a situação da população”? Claro que têm, mas infelizmente não querem ou não podem dar o aconselhamento correto, afinal, há suas carreiras em jogo, e são pagos para falar o que lhes os chefes querem escutar, apenas.
“Os militantes do ‘distanciamento social’ por tempo indeterminado dizem todos os dias que a população, dos 2 anos de idade até os 100, deve se limitar, como dever cívico, moral e ‘científico’, a não se envolver em nenhuma atividade que não seja ‘essencial'”, continua o texto do Guzzo, e aí segue a pergunta: “Qual a autoridade ou o conhecimento que cada um deles tem para definir o que é ‘essencial’?”
Nas cidades, como aqui em Araraquara, o prefeito petista manda fechar tudo e proíbe acessos a parques e praças públicas, a Guarda Municipal é orientada a multar (sempre o dinheiro) e até a deter pessoas que insistem em estar nesses lugares, que segundo a concepção estreita deles, causariam aglomeração.
As maiores vítimas desse fanatismo doentio no trato ao vírus chinês são os idosos e as crianças, mas principalmente as crianças, pois os idosos, por teimosia, ou por terem a vivência de outras epidemias e situações de manipulação social conseguem “escapar. Já as crianças, mantidas longe da escola, dos amigos com quem possam brincar e de qualquer forma de convivência, além de tudo são ameaçadas psicologicamente: “Você vai matar seu avô se chegar perto.” Terrorismos assim. Conheço casos em família, em que crianças se tornaram extremamente agressivas, precisando de acompanhamento psiquiátrico em função desse confinamento. Estão sequestrando as crianças, transformando-as em robôs sem qualquer traço de empatia ou emoção para com o ser humano.
Em resumo, essas atitudes tomadas por gestores e amparados por médicos e cientistas tão tiranos e devotos ao poder, e endossados por uma parcela enorme da população, parte por causa do medo, outra por se contentar em seguir as regras – todos imaginando que estão sendo humanistas, mas apenas preocupados consigo mesmos -, estão causando, além do caos econômico decorrente do fechamento do comercio, uma epidemia dentro da outra, e ao longo do tempo irá causar mais vítimas do que o próprio vírus chinês.
Que geração de adultos teremos a partir de crianças que estão sendo obrigadas a manter distância dos idosos e dos próprios amigos, tendo que ficar dentro de casa, na frente de telas de computadores e celulares? Se essa geração já vinha sido domesticada e anulada pelo uso excessivo dessas coisas, agora têm a sua frente um futuro em que seres humanos não ocuparão qualquer papel em detrimento da tecnologia, como bem interessa àqueles por trás disso. Quanto aos idosos, esses não terão futuro, mesmo!
“Os líderes e crentes da quarentena alegam que tudo isso é um mal necessário, que deve ser aceito para ‘salvar vidas’. É falso. O confinamento radical não impediu que o Brasil chegasse as 250 mil mortes desde o início da epidemia; é um remédio inútil e responsável pelos piores tipos de efeito colateral.”
A realidade é que muitos enriqueceram, seja de forma lícita ou ilícita por causa dessa “pandemia”. Os mesmos arautos desse caos foram, são e serão, financeiramente e/ou politicamente, os maiores beneficiários dessa história, isso é notório; e sabemos quem são os maiores ganhadores, que estão na esfera de poder mais alta neste planeta. O restante simples bonecos de calça apertada acreditando que usufruirão de parte do bolo na distribuição do controle mundial futuro. Esses mesmos senhores deveriam ser julgados e condenados em um tribunal, caso existisse a possibilidade de um, por crime contra a Humanidade.
12/01/2021
Barata Cichetto, Araraquara – SP, é o Criador e Editor do BarataVerso. Poeta e escritor, com mais de 30 livros publicados, também é artista multimídia e Filósofo de Pés Sujos. Um Livre Pensador.
