A liberdade de expressão é irmã siamesa da liberdade publicitária. A censura sobre uma é a morte da outra.
― Alex Periscinoto, publicitário
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Durante o período da Ditadura Militar no Brasil, entre 1964 e 85, era comum, nas manifestações contra o Regime, as pessoas gritarem palavras de ordem como “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, com o conhecimento que a emissora, que justamente naquela época tinha derrotado concorrentes e se tornado a maior do país, apoiava claramente o Governo. Essas pessoas, que não se pode chamar de “esquerdistas”, porque esse termo não era usual, mas, sim, apoiavam indireta e até inconscientemente, aos que eram chamados pela Globo de “terroristas”. Muitos e muitos anos depois, já na segunda e terceira décadas do século 21, a palavra de ordem é a mesma, ou similar, mas gritada por pessoas que se alinham pelo espectro oposto, pois a antiga chamada de “Vênus Platinada”, adotou uma postura oposta ao que mantinha no passado.
A mesma poderosa Rede Globo, que nos últimos anos vem apoiando descaradamente o establishment esquerdista que tenta se impor como hegemonia no Brasil desde o início do século, mentindo e desinformando, e assim manipulando a opinião pública a favor dos interesses peto-comunistas, um dia agiu justamente na direção contrária, apoiando abertamente o Regime Militar. A própria criação da ‘Vênus Platinada’ foi coordenada pelos coturnos aquartelados em Brasília, que precisavam de um braço de mídia popular. O jornal O Globo, da família Marinho, estava à beira da falência e, assim, foi cooptado pelo regime para ser o que eles precisavam. Com participação societária do grupo americano Time Life, depois Time-Warner, foi criada a Rede Globo, que até então tinha apenas uma emissora de televisão no Rio de Janeiro. A TV Paulista, de São Paulo, então da família Victor Costa, após um incêndio, que era comum nas emissoras de TV na época, foi adquirida pela Globo e passou a incorporar a Rede. Há informações que até os dias atuais, os herdeiros nunca tenham recebido o dinheiro da venda.
Isso ocorreu no início de 1965, meses apenas após a instituição do Regime Militar. Na época, até mesmo figuras como Assis Chateaubriand, responsável por trazer a televisão para o Brasil em 1950, mas que não tinha uma grande reputação moral, eram uma das pessoas mais controversas da política brasileira, revoltadas com todo o processo.
Era comum assistirmos matérias no Jornal Nacional tendenciosas a favor das obras da Ditadura Militar, propagandas oficiais narradas por grandes nomes da emissora, como Cid Moreira, sendo que sua programação seguia fielmente a cartilha dos militares. Assim, em pouco tempo, a Globo tomou o lugar de primeira emissora do país, que desde o início da televisão no Brasil pertencia à Tupi de Chateaubriand, que acabou sucumbindo e sendo fechada em 1980, determinando a liderança da rede dos Marinho.
Em 2016, José Bonifácio Coutinho Nogueira, o famoso Boni, deu uma entrevista ao Morning Show da Jovem Pan e afirmou: “O Dr. Roberto Marinho me pediu para ajudar nesse sentido, pois ele acreditava no Collor, não por ideologia, mas como todos nós acreditávamos, tínhamos esperança nele naquela época. A orientação, obviamente, era para que não houvesse nenhum tipo de edição favorecendo nenhum dos candidatos, mas, de repente alguém da redação mais ‘Lulista’ fez uma edição favorecendo mais o Lula e isso foi exibido na primeira edição. O Dr. Roberto evidentemente ficou furioso e mandou reeditar e eu vejo que na primeira edição o Collor ganhou de 2×1 e na segunda edição de 7×1.”
Em 2016, José Bonifácio Coutinho Nogueira, o famoso Boni, deu uma entrevista ao Morning Show da Jovem Pan e afirmou: “O Dr. Roberto Marinho me pediu para ajudar nesse sentido, pois ele acreditava no Collor, não por ideologia, mas como todos nós acreditávamos, tínhamos esperança nele naquela época. A orientação, obviamente, era para que não houvesse nenhum tipo de edição favorecendo nenhum dos candidatos, mas, de repente alguém da redação mais ‘Lulista’ fez uma edição favorecendo mais o Lula e isso foi exibido na primeira edição. O Dr. Roberto evidentemente ficou furioso e mandou reeditar e eu vejo que na primeira edição o Collor ganhou de 2×1 e na segunda edição de 7×1.”
O impacto da mídia na sociedade é um tema recorrente que tem sido explorado de diferentes formas ao longo das décadas. Dois marcos cinematográficos que abordam este tema com profundidade são “Cidadão Kane” (1941), dirigido por Orson Welles, e o documentário “Muito Além do Cidadão Kane” (1993), dirigido por Simon Hartog. Embora separados por mais de meio século e contextos culturais distintos, ambos os filmes oferecem uma visão crítica sobre a concentração de poder nas mãos de magnatas da mídia e suas consequências para a sociedade.
“Cidadão Kane” é frequentemente citado como um dos maiores filmes de todos os tempos. O filme narra a vida de Charles Foster Kane, um magnata da mídia cujo império jornalístico lhe concede um poder imenso. Inspirado parcialmente pela vida de William Randolph Hearst, Kane utiliza seus jornais para manipular a opinião pública e consolidar seu poder. Através de uma narrativa não linear, o filme revela a ascensão e queda de Kane, explorando temas de ambição, corrupção e solidão.
Orson Welles utiliza técnicas cinematográficas inovadoras, como o uso de profundidade de campo, ângulos de câmera inusitados e montagem fragmentada, para construir a complexidade do personagem e sua história. A frase “Rosebud” se torna um símbolo da busca de Kane por algo genuíno e perdido em meio a seu vasto império.
Já “Muito Além do Cidadão Kane” traz uma perspectiva documental sobre o poder da mídia, focando-se em Roberto Marinho e a Rede Globo. O documentário de Simon Hartog revela como Marinho construiu um império midiático que exerceu uma influência significativa na política e sociedade brasileiras, especialmente durante o regime militar e a redemocratização. A TV Globo, segundo o documentário, manipulou notícias e eventos para favorecer interesses específicos, moldando a opinião pública de maneira profunda.
Hartog utiliza entrevistas, imagens de arquivo e narração para construir uma narrativa que acusa a Globo de parcialidade e manipulação. O documentário sugere que o poder de Marinho e sua rede de televisão transcendeu o mero entretenimento, afetando diretamente os rumos políticos do país.
Embora “Cidadão Kane” seja uma obra de ficção e “Muito Além do Cidadão Kane” um documentário, ambos compartilham a preocupação com a concentração de poder midiático e suas implicações. Kane e Marinho são retratados como figuras que, através de suas respectivas mídias, exercem um controle imenso sobre a informação e, por extensão, sobre a sociedade.
A manipulação da informação é um tema central em ambos os filmes. Kane fabrica notícias para moldar a opinião pública a seu favor, enquanto Marinho é acusado de utilizar a Globo para influenciar eventos políticos e sociais no Brasil. Em ambos os casos, a mídia é apresentada não apenas como um reflexo da sociedade, mas como uma força ativa que pode alterar o curso da história.
A relevância desses filmes persiste na era contemporânea, onde a concentração de mídia e a disseminação de informações falsas continuam a ser questões críticas. “Cidadão Kane” e “Muito Além do Cidadão Kane” servem como lembretes poderosos do impacto que a mídia pode ter na sociedade e da necessidade de um jornalismo responsável e ético.
A conclusão é que os dos filmes, o de Orson Welles e o documentário de Simon Hartog revelam uma crítica incisiva sobre o poder desproporcional da mídia. Enquanto “Cidadão Kane” utiliza a ficção para explorar temas universais de poder e corrupção, “Muito Além do Cidadão Kane” expõe uma realidade concreta e perturbadora sobre a influência midiática no Brasil. Juntos, esses filmes proporcionam uma compreensão mais profunda dos perigos da concentração de poder midiático e a importância de uma mídia livre e independente para a saúde de uma democracia.
A censura é uma prática que visa restringir a liberdade de expressão e limitar o acesso à informação considerada contrária aos interesses do poder estabelecido. E embora “Cidadão Kane” não aborde diretamente a censura, o controle da informação por Kane sugere uma forma de manipulação que poderia facilmente deslizar para práticas de censura mais explícitas, se não houvesse salvaguardas democráticas.
No Brasil, a censura foi uma realidade durante o regime militar, onde jornais, revistas, livros, e outros meios de comunicação eram sujeitos à vigilância e à proibição de conteúdos considerados subversivos pelo regime. “Muito Além do Cidadão Kane” documenta como a Globo, mesmo após o fim do regime militar, continuou a exercer influência significativa sobre o que era transmitido e como certos temas eram abordados, o que, de certa forma, perpetuava uma forma de censura autoimposta.
Hoje, no Brasil contemporâneo, questões de concentração de mídia e controle da informação continuam a ser desafios críticos. A influência de grandes conglomerados midiáticos sobre o debate público, combinada com pressões políticas e econômicas, pode resultar em uma forma moderna de censura, onde certos pontos de vista são silenciados ou marginalizados.
A análise correlacionando “Cidadão Kane” e “Muito Além do Cidadão Kane” nos lembra da importância de uma mídia independente e pluralista como um pilar da democracia. A liberdade de expressão e o acesso livre à informação são fundamentais para uma sociedade informada e engajada. Enquanto enfrentamos os desafios do presente, é essencial aprender com o passado e defender vigorosamente esses princípios democráticos, garantindo que a mídia sirva ao interesse público e não aos interesses de poderosos grupos econômicos ou políticos.
15/07/2024
Sobre “Muito Além do Cidadão Kane”, no Brasil)
“Beyond Citizen Kane” é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog, exibido em 1993 pelo Channel 4, emissora pública do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira e debate a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas, vistas pelos autores como manipuladoras e formadoras de opinião. O principal foco é Roberto Marinho, fundador e ex-presidente da Globo, frequentemente comparado a Charles Foster Kane, personagem criado por Orson Welles em 1941 para o filme “Cidadão Kane”, baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos EUA.
O documentário foi censurado pela Justiça, mas os direitos de transmissão foram comprados pela RecordTV por 20 mil dólares de John Ellis, o produtor, que nunca o exibiu até hoje. Segundo matéria da Folha Online em 28 de agosto de 2009, a produtora da filmagem é independente, e a televisão pública britânica apenas exibiu o documentário, sem participação no seu desenvolvimento. A RecordTV afirma que a BBC teria sido a produtora do documentário.
Além disso, o documentário destaca que a Globo detinha 75% da verba total de propaganda no país no início dos anos 90, mostrando a influência econômica da emissora.
O documentário é dividido em quatro partes:
• Na primeira parte, é mostrada a relação entre a Rede Globo de Televisão e o período militar, em que se veem fatos sociais que ocorreram no país em decorrência do governo.
• Na segunda parte, apresenta-se o acordo firmado entre a Globo e o grupo Time-Life.
• Na terceira parte, evidencia-se o poder do proprietário da emissora, Roberto Marinho. É mostrado também o suposto apoio da mesma à saída dos militares do poder, na figura do candidato à presidência da República Tancredo Neves.
• Na quarta parte, tida como a mais importante e reveladora do filme, mostram-se às claras “os envolvimentos ilegais e mecanismos manipulativos utilizados pelas Organizações Globo em suas obscuras parcerias para com o poder em Brasília”. Contudo, o documentário não apresenta fontes primárias, apenas entrevistas.
O documentário também aborda uma controversa negociação envolvendo ações da NEC Corporation e contratos governamentais durante a presidência de José Sarney. Hartog e sua equipe entrevistaram mais de 40 pessoas notáveis, incluindo o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, políticos como Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o ex-Ministro da Justiça Armando Falcão, o publicitário Washington Olivetto, o escritor Dias Gomes e os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira e Gabriel Priolli. Também foram entrevistados membros da “família Silva”, moradores da periferia de Salvador, cujo principal entretenimento era a televisão.
O documentário inclui uma citação do General Médici elogiando o Jornal Nacional por transmitir notícias positivas durante seu governo. Roberto Civita, então diretor do Grupo Abril, discute as concessões de televisão nos anos 80 após a falência da TV Tupi. Walter Clark, ex-diretor da Rede Globo, compara Roberto Marinho a Charles Foster Kane, afirmando que Marinho dispensou seus serviços depois de estruturar a rede. Antônio Carlos Magalhães e Leonel Brizola também criticam Marinho, com Brizola comparando-o a Josef Stalin.
O documentário menciona a minissérie “Anos Rebeldes”, que retrata a agitação juvenil no Brasil nos anos 60, e critica o SBT e Silvio Santos, descrevendo o programa “Porta da Esperança” como um exemplo negativo. O SBT é apresentado como concorrente da Globo, especialmente aos domingos com o programa de Silvio Santos.
Distribuição e Visualização na Internet
O documentário foi dublado de forma amadora e custou cerca de US$ 260 mil à extinta empresa Large Door, fundada por Hartog e Ellis. “Beyond Citizen Kane” nunca foi transmitido pela TV brasileira e foi feito principalmente para uma audiência no Reino Unido, desconhecida da história brasileira, como mencionado por Ellis em entrevista.
A Rede Globo tentou adquirir os direitos de exibição no Brasil, possivelmente para impedir sua divulgação. No entanto, antes de falecer, Hartog fez um acordo com organizações brasileiras para evitar que os direitos caíssem nas mãos da Globo, visando maior divulgação entre organizações políticas e culturais.
Ellis relata que nos anos 1990, a RecordTV tentou comprar os direitos de exibição, mas desistiu devido ao potencial conflito judicial com a Globo, que contestava o uso de imagens de sua programação. Em agosto de 2009, após acusações entre emissoras sobre lavagem de dinheiro da Igreja Universal do Reino de Deus, a Record comprou os direitos por cerca de 20 mil dólares, aguardando autorização judicial para transmitir o documentário.
Apesar de decisões judiciais, cópias ilegais em VHS e DVD circulam amplamente no Brasil desde então. O documentário está disponível na íntegra na internet, através de redes peer-to-peer e sites como o YouTube.
Em 9 de junho de 1993, o Partido dos Trabalhadores (PT) exibiu o documentário no espaço cultural da Câmara dos Deputados para políticos e jornalistas. Luiz Gushiken, então deputado, adquiriu uma cópia na Inglaterra e a enviou para a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.
“Em conversas pessoais durante os intervalos das gravações, ele sempre demonstrou muita surpresa por nós brasileiros não termos jamais produzido um documentário sobre o poder da Globo. E eu pensava com meus botões: ‘quanta ingenuidade!'”, diz o produtor Simon Hartog.
Controvérsias
O documentário foi transmitido pela primeira vez em 10 de março de 1993 pelo Channel 4 do Reino Unido, após um adiamento de cerca de um ano devido a contestações legais da Rede Globo. A Globo baseou suas objeções nas leis britânicas, alegando uso não autorizado de pequenos trechos de sua programação para fins de “observação crítica e de revisão”. Os advogados da emissora tentaram bloquear a exibição não apenas na Inglaterra, mas também em outros países.
Durante esse período, o diretor Simon Hartog faleceu após uma longa enfermidade. John Ellis, seu coprodutor, assumiu o processo de edição do documentário. Quando finalmente foi autorizada a transmissão, cópias do documentário foram disponibilizadas pelo Channel 4 ao custo de produção.
Banimento no Brasil
Poucos dias após a primeira transmissão londrina, uma cópia pirata obtida diretamente do Reino Unido foi exibida pelo Museu da Imagem e do Som de São Paulo, com novas apresentações programadas para junho do mesmo ano. No entanto, na véspera das exibições marcadas, o Secretário de Cultura de São Paulo, Ricardo Ohtake, cancelou os eventos por telefone, sob alegações diversas.
O documentário nunca chegou a ser exibido nos cinemas brasileiros, e uma tentativa de exibição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro foi proibida pelo então presidente Itamar Franco. Surgiram diversas cópias pirateadas pelo país, distribuídas amplamente, e sindicatos começaram a planejar exibições.
As versões sobre a proibição variam: Ohtake afirmou que a proibição se deu apenas pelo fato de ser uma cópia ilegal, enquanto Geraldo Anhaia Mello acusou diretamente a intervenção de Roberto Marinho e a subserviência do governo estadual. Isso resultou em uma batalha jurídica de mais de um ano das Organizações Globo contra o Channel 4, com a Globo eventualmente perdendo a causa.
Inicialmente, o acesso ao documentário foi restrito a grupos universitários no Brasil, só se tornando amplamente visto nos anos seguintes.
Livros
Geraldo Anhaia Mello, então funcionário do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), organizou exibições públicas do documentário durante seu lançamento. Quando o Secretário de Cultura da cidade, Ricardo Ohtake, descobriu essas exibições, ele as proibiu, alegando que a cópia do acervo era pirata. A solicitação de proibição veio do governador de São Paulo na época, Luiz Antônio Fleury Filho. Mello, por sua vez, foi responsável por fazer cópias do documentário, inclusive versões dubladas, e distribuí-las.
Posteriormente, um livro foi lançado contendo a transcrição em português do roteiro e das entrevistas do documentário, com exceção de alguns trechos de entrevistas de rua ou cenas do acervo da Globo. Os trechos não dublados no vídeo foram incluídos na transcrição.
Em uma entrevista à Folha de São Paulo, publicada no caderno “Mais!” em fevereiro de 2008, o produtor do documentário, o professor britânico John Ellis, do departamento de mídia e artes da Universidade de Londres, revelou que tanto a Globo quanto a Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90. Ellis afirmou que a Globo buscava adquiri-lo para evitar sua divulgação, enquanto a Record pretendia exibi-lo. Ele também destacou que o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira.
Publicado em: 15/07/2024
Abaixo, o documentário na íntegra.


Do Livro:
Samizdat: Arquivos de Censura
Barata Cichetto
Gênero: Não Ficção
Ano: 2024
Edição: 1ª
Editora: BarataVerso
Páginas: 244
Tamanho: 16 × 23 × 1,50 cm
Peso: 0,400
Barata Cichetto, Araraquara – SP, é o Criador e Editor do BarataVerso. Poeta e escritor, com mais de 30 livros publicados, também é artista multimídia e Filósofo de Pés Sujos. Um Livre Pensador.
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